9 de agosto de 2012

E o tempo passa


"Quanto mais prometes mais eu quero acreditar.
Quanto mais quero acreditar mais me lembro que nunca cumpriste as promessas.
Não me prometas o que sabes que não me podes dar."


Este post foi escrito à sensivelmente um ano. Ficou pelos rascunhos. Numa situação de paixão platónica/ correspondida/ semi-correspondida/ não correspondida/ mais uma daquelas relações em que me meto e que não têm futuro. O melhor que fiz foi abrir mão de ti. Continuas a ser umas das pessoas mais especiais que "tenho". Mas deixar-te ir, ou melhor, deixar-me ir foi a melhor opção que podia ter tomado. Ou não conheceria uma outra pessoa que neste momento me faz feliz como nunca fizeste. Não sei se por sermos crianças ou por sempre me teres tido na mão. Há coisas que só se perceberiam com uma conversa franca. E essa, entre nós, aconteceu uma vez, aquela em que não sorriste, não fizeste piadas nem fizeste ar de troça e em que me disseste que nunca serias o que preciso. E não podias estar mais certo. Continuo a escrever para ti claro... Apesar de tudo és um óptimo amigo e uma daquelas pessoas com quem posso estar meses sem falar e parecer que nos vimos na hora anterior. E isso é qualquer coisa. Só não é amor.


4 comentários:

c. disse...

lindo :) ainda bem que já não andas tão tristinha. e mimi eu esperei pelo teu regresso e pelas confissões e conselhos. beijinho

Green disse...

Eu estou a passar por algo parecido, e acredito que vá terminar dessa mesma forma.

cairs disse...

gosto taaaanto que tenhas voltado a blogar! missed you!

Palavra Já Perdida disse...

ÀS vezes o essencial não tem de ser o amor :)